O Jeans antigo transforma-se em uma nova peça funcional!!

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Saias Longas - Estilo e Elegância Hit do Inverno 2013.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Mãos do Meu Brasil, exposição de moda sustentável

Chiara Gadaleta, idealizadora do projeto de moda sustentável apresenta a mostra Mãos do Meu Brasil, no museu A CASA, que reúne cerca de 20 acessórios e roupas criados pelas comunidades. As peças expostas foram confeccionadas em materiais naturais e reciclados, como palha de milho e pigmentos oriundos de plantas, em técnicas tradicionais, como o crochê e o tricô. 
A mostra é resultado do trabalho dos coletivos Associação Art D'Mio, de Brás Pires, Minas Gerais, e Central Veredas, de Arinos, também de Minas. Essas comunidades fazem parte do projeto Mãos do Meu Brasil, que oferece oficinas de capacitação para comunidades carentes no país. Além de oferecer um meio de aumentar a renda familiar dos participantes, o projeto dá projeção nacional ao artesanato,inserindo-o no mercado da moda.
Além do projeto que deu origem à exposição, Chiara é a idealizadora do SP.Ecoera, evento anual que reúne grifes brasileiras com preocupação sustentável para apresentar suas novidades e debater os rumos da moda ecofriendly no país.



segunda-feira, 28 de julho de 2014

Crochet vem com tudo!

Adoramos peças com uma pegada feita à mão, o artesanal agrega valor a uma peça e possui uma beleza incomparável com produtos industrializados, separamos algumas peças lindas em crochet pra inspirar e pirar! 
Blusa Crochê / Asos

Top Crochê / Asos

Túnica de Crochê/ Asos
Vestido Crochê e malha / Asos
Vestido Crochê / Asos

Túnica de Crochê/ Asos




sexta-feira, 25 de abril de 2014

Calças e suas Variações

Assim como acontece com saias e vestidos, existem diferentes tipos de calças que possuem variações no seu comprimento. Além do comprimento, pode-se pensar em diferenças também na altura da cintura e de modelagem, tanto com relação ao gancho (mais caído ou mais ajustado) como em relação a largura da perna, por exemplo. São inúmeras as combinações que se pode fazer na criação de modelos de calças e bermudas, os chamados bottons. A ilustração abaixo ajuda a entender onde cada comprimento se localiza no manequim, de que forma representar esses comprimentos no desenho técnico e também no desenho de moda. Como em qualquer outra nomenclatura da área da moda, os nomes de cada tipo podem variar de acordo com a região em que nos encontramos. Além disso, muitas palavras tem origem estrangeira, seja francesa, inglesa, italiana, etc... Então é sempre bom adequar a linguagem das descrições das peças ao vocabulário local.
Calças com comprimentos diferentes Outra variação importante não só nos diferentes tipos de calças, mas também em saias, é a altura da cintura. Há sempre diversas opções de altura no mercado, mas na última década a maior parte dos estilistas tem mantido a cintura mais próxima da cintura anatômica. Em jeans ainda é comum encontrar calças e saias de cintura baixa, mas o mais comum são as cinturas médias com cós anatômico proporcionando mais conforto e liberdade de movimento. As cinturas altas são menos comuns, mas aparecem vez ou outra em calças e saias de alfaiataria, por exemplo.
Tipos de calças diferentes O restante da modelagem de calças e bermudas, ou seja, a largura da perna e os detalhes como pregas, vincos, fechamento e bainha vão determinar (juntamente com a altura da cintura e comprimento) o modelo que estamos propondo. Nos desfiles de Outono 2014 do Hemisfério Norte, duas calças chamam a atenção: a cigarette e a culottes. A cigarette já virou um clássico da alfaiataria, ajustada de cima abaixo de cintura média ou alta, com friso frontal. Pode ter abertura na lateral na altura da bainha para facilitar a passagem dos pés na perna justa, ou zíper invisível com a mesma função. Já a culottes (ou saia-calça como era conhecida algumas décadas atrás) vem na onda das peças cropped, ou seja, encurtadas. Esta calça tem comprimento entre a Capri e a Toreador, modelagem ampla, cintura média ou normal, podendo ter vinco e/ou pregas frontais e bolsos. Pode vir em tecidos mais estruturados em estilo alfaiataria ou em tecidos mais fluidos parecendo mesmo uma saia. Calça cigarette e culottes
A dica para criação das calças, como para qualquer item da nossa coleção, é conhecer o consumidor. Assim podemos propor peças de acordo com as propostas das semanas de moda sim, mas atendam o gosto do nosso cliente. A cigarette costuma ser bem aceita, é fácil de combinar com outras peças da coleção e vai bem tanto em dias quentes como em dias mais fresquinhos. Já a culotte precisa ser bem pensada, as de tecido mais leve tem mais chances de serem bem aceitas aqui no Hemisfério Sul, justamente por lembrarem a silhueta da saia e terem a praticidade da calça. Boa criação! Por Ananda Sophie Mestranda em Design Estratégico e Professora na Universidade Feevale

domingo, 30 de junho de 2013

Estudo Descobre Alternativas de Reuso para o Lixo Têxtil

Um estudo na área de têxtil e moda verificou que a mistura de fibras descartadas e destinadas a virarem lixo a placas de resina aumenta a tenacidade e resistência desse material. A tese de mestrado de Welton Zonatti se dedica à reciclagem têxtil, aliada ao design, buscando uma forma de reaproveitar o grande volume de resíduos dispensados na produção de artigos de vestuário. Do luxo ao lixo têxtil: problemática urbana Os bairros do Bom Retiro e do Brás, em São Paulo, se destacam pela profusão de confecções e chegam a produzir juntos 26 toneladas de resíduo têxtil por dia. O descarte atualmente é regido pela política nacional de resíduos sólidos, de 2010, que realiza a gestão compartilhada de resíduos. Porém, “gestão compartilhada”, no caso, quer dizer que estes são recolhidos indiferenciadamente, não havendo política própria para o que resta dos tecidos. Há uma quantidade máxima permitida confecções podem depositar na calçada e, respeitando este limite, o poder público é obrigado a recolher o volume e se encarregar de seu destino – que, exceto por cerca de 1 tonelada (das 26 diárias) encaminhada para as recicladoras, é levado aos aterros sanitários junto com outros tipos de lixo. Agravando estre problema, muitos dos tecidos utilizados hoje no Brasil são importados de países asiáticos como China e Bangladesh, cuja política ambiental “permissiva” faz com que o produto possa conter quantidades altas de corantes tóxicos, passíveis de contaminar o solo quando depositado no aterro. Tendo em vista o volume significativo de despejos, as alternativas para um melhor gerenciamento desse material seriam investir em empresas de reciclagem, com maquinário expressivo para a produção de um novo fio a partir de um velho, que será reinserido na cadeia produtiva, orquestrar a logística de distribuição do lixo para as empresas e, também, fundamentalmente, a separação prévia do material pelos confeccionistas. Esta coleta é muito importante, uma vez que ao misturar os retalhos a outros tipos de resíduos orgânicos, as confecções responsáveis inviabilizam a reciclagem: é necessário que se saiba a composição exata das fibras, o ponto de fusão de cada uma ali presente, já que se misturadas e submetidas a processos com altas temperaturas, podem se fundir ou pegar fogo.
O experimento Na etapa experimental do estudo, o pesquisador se ateve à fibra de algodão, a mais consumida no Brasil – 70% dos artigos de vestuário produzidos são feitos desse material, sem contar que o país é o segundo maior produtor de denim (utilizado na confecção do jeans), feito exclusivamente dessa fibra – mas realizou também alguns testes com fibras de poliéster. Após verificar por meio de microscopia se as indicações do tecido correspondiam à sua composição real, isto é, se o que por exemplo é definido como “100% algodão” de fato contém 100% de algodão, resíduos de calça jeans e de chifon (trama feita de poliéster). Três diferentes resinas, epóxi, poliéster ortoftálico e poliuretano, foram misturadas a estas fibras, destino que diminuiria a quantidade de refugos têxteis nos aterros. As propriedades das placas de resina puras foram comparadas às das placas reforçadas com fibras.
O compósito – feito de pelo menos dois componentes, cujas características são uma combinação entre as da matriz e das fibras, além da interação entre ambas – resultante se tornou viável tanto do ponto de vista da qualidade do material, que ganhou resistência e coesão, quanto do ponto de vista do apelo visual, que o torna aplicável na área de moda. Empregando o conceito do eco-design, agregador do reuso consciente à criação de um produto esteticamente funcional, Zonatti produziu ainda peças de bijuteria para validar o estudo. Mas destacou que as possibilidades de aplicação do produto não se restringem ao artesanato. A bibliografia disponível sobre materiais compósitos, praticamente segmentada na área de engenharia, foca numa análise meramente química e mecânica. Por isso também a pesquisa inova, não somente por comprovar o que se propõe, mas pela busca de reunir moda (estética) e têxtil (função), com cunho sustentável. Publicado por Erivaldo Cavalcanti em 12 junho 2013 no site Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry

sábado, 29 de junho de 2013

Consultoria para Inovação - Gestão dos Processos Produtivos

Palestra realizada na Faculdade de Artes Visuais - UFG para os alunos do curso de Design de Moda.